Paris, 25 de março de 2024 — Na França, uma comissão parlamentar aprovou um proibir sobre cigarros eletrônicos descartáveis. A Aliança Mundial de Cigarros Eletrônicos (WVA, na sigla em inglês) insta os legisladores a reconsiderarem as consequências de longo alcance dessa medida para a saúde pública e a redução de danos.
Michael Landl, o Diretor da WVA, afirma: “A proibição não funciona. Nunca funcionou e nunca funcionará. A proibição de cigarros eletrônicos descartáveis não eliminará a demanda, mas a transferirá dos mercados regulamentados para o mercado negro, criando consequências negativas e não intencionais para a saúde pública.”
A proibição de cigarros eletrônicos descartáveis é contraproducente para a redução de danos, afirma Landl. “Os cigarros eletrônicos descartáveis podem ser um passo crucial para fumantes que desejam parar de fumar. Eles oferecem um ponto de partida fácil, e muitos fumantes eventualmente migram para outros dispositivos de vaporização. Tornar essa transição do cigarro tradicional para o cigarro eletrônico o mais tranquila possível é essencial para a saúde pública. Enquanto os cigarros, reconhecidamente extremamente prejudiciais, continuarem facilmente disponíveis, proibir uma alternativa menos prejudicial, como o cigarro eletrônico 95%, desafia a lógica.”
A proibição visa "garantir um alto nível de proteção à saúde pública, especialmente protegendo jovens e não fumantes de riscos comprovados à saúde". No entanto, a WVA destaca que o uso de cigarros eletrônicos, incluindo os descartáveis, é significativamente menos prejudicial do que fumar cigarros. Colocar esses produtos no mercado negro representa um risco maior para a saúde pública do que produtos regulamentados e com controle de qualidade, vendidos com verificação de idade.