Em 2026, Argentina fez um passo histórico: a nova resolução do Ministério da Saúde levou a cabo proibição do vapeo e os produtos de tabaco aquecidos que a ANMAT imputou em 2011, reconhecendo pela primeira vez que esses produtos existem, que os consumidores os utilizam, e que merecem um marco legal claro.
Esta victoria no llegó sola. Durante anos, consumidores, ativistas e organizações como a World Vapers' Alliance trabalharam para que as autoridades argentinas ouvissem a evidência científica e a voz dos fumadores que encontraram no vapor uma saída real na cigarrilha. La campaña Vapeo Responsável foi parte desse esforço: milhas de argentinos que alzaron la voz, compartieron su historia y exigier el derecho a access legalmente a alternativas menos dañinas.
É uma vitória para os consumidores argentinos. Mas a batalha não terminou.
A resolução mantém proibidos os vaporizadores descartáveis e todos os produtos com sabores, que são precisamente os mais consumidos na Argentina.
Além disso, impor aos produtos de vapor as mesmas restrições de publicidade e marketing que as cigarrilhas, ignorando que são produtos fundamentalmente diferentes.
Enquanto isso não muda, a maior parte do mercado seguirá operando na clandestinidade, sem controles de qualidade e garantias para o consumidor.
Vapear é um 95% menos dano que fumar e a ferramenta mais eficaz para deixar os cigarros. Argentina precisa de uma regulamentação justa que estabeleça regras claras, proteja os usuários e permita o acesso a produtos seguros e eficazes.
O desafio do tabaquismo na Argentina
Com quase um 25% de fumantes adultos, o tabaquismo continua sendo uma das principais causas de enfermidades e mortes evitáveis na Argentina. Cada ano em torno de 225.000 argentinos enferman e cerca de 60.000 argentinos morrem por doenças relacionadas ao fumo. Além disso, o custo sanitário do tabaquismo chega a 33 milhões de pesos argentinos por ano.
Em países onde o vapor é regulado adequadamente, as taxas de tabaquismo e as doenças e mortes associadas têm diminuído significativamente graças ao seu eficácia como ferramenta de redução de danos.
A nova regulamentação argentina é um avanço real. Mas ao manter proibidos os sabores e os descartáveis, limita o acesso dos fumadores aos produtos que mais utilizam e garante que o mercado negro siga siendo a principal fonte de abastecimento.
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Los que necesita cambiar
A regulamentação existente é um ponto de partida, não um destino. Para que funcione como ferramenta real de saúde pública, a Argentina deve:
✔ Legalizar os produtos com sabores: Os sabores são a principal razão pela qual os fumantes adultos escolhem o vapor antes da cigarrilha. Proibir-los de eliminar o mercado; a empuja à clandestinidade.
✔ Legalizar os vapeadores desechables: São os produtos mais consumidos na Argentina. Manter fora da regulamentação significa que você seguirá a venda sem controles de qualidade e garantias para o consumidor.
✔ Estabelecer restrições de marketing proporcionais ao risco: Tratar o vapor exatamente como o tabaco combustível ignora uma diferença fundamental: um mata, o outro ajuda a deixar de fumar. O regulamento deve refletir essa distinção.
🌍 Casos de éxito: 📌 Reino Unido: Reduzimos o tabaquismo para integrar o vapor em sua estratégia de saúde pública. 📌 Suecia: É um ponto de conversão em um país livre de humor, graças à adoção de produtos de nicotina de menor risco. 📌 Nova Zelândia: Ha regulado o vapor como método de cessação tabáquica, logrando grandes avanços na redução do tabaquismo.
Adote uma regulamentação moderna que beneficia tanto os consumidores quanto a saúde pública, Argentina ya dio el primer paso. Agora você precisa dar o segundo.
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