Barek Kaiser: O tabagismo é uma das principais causas de doenças e mortes no mundo. Mais de oito milhões de pessoas morrem a cada ano devido ao tabagismo, sendo que quase 991 mil mortes relacionadas ao tabaco são causadas pelo fumo, e não por outras formas de consumo de nicotina. Bangladesh, como muitas nações, também vem lutando arduamente contra a epidemia do tabaco há décadas. Estima-se que o país abrigue 6,2 milhões de fumantes adultos. A visão do governo de alcançar um Bangladesh livre do tabaco é louvável, e é hora de reavaliarmos nossa abordagem à redução de danos. Por muito tempo, a guerra contra o tabaco erroneamente focou na nicotina como a principal antagonista, ignorando distinções cruciais.
A nicotina é um componente natural encontrado em diversos vegetais e plantas, principalmente no tabaco. Ao contrário da crença popular, a nicotina em si, embora viciante, não causa doenças. Os principais riscos à saúde associados ao tabagismo decorrem da combustão do tabaco. Existem mais de 7.000 substâncias químicas na fumaça do cigarro. Destas, pelo menos 250 são reconhecidamente prejudiciais à saúde, como o cianeto de hidrogênio, o monóxido de carbono e a amônia. Algumas são componentes naturais da própria planta do tabaco, mas a maioria das substâncias nocivas só se forma quando os cigarros são queimados.
Um artigo recente, de autoria de Michael Landl, Diretor da World Vapers' Alliance, e Maria Chaplia, Gerente de Pesquisa do Consumer Choice Center, intitulado ‘'Seis razões para acabar com a guerra contra a nicotina'’ Apresenta 6 razões pelas quais a nicotina não é a inimiga e que é hora de acabar com a guerra contra ela.
Leia o texto completo aqui.